Funcionários investigados pelo desdobramento da Lava Jato não foram exonerados, mas sim afastados das suas funções na prefeitura de São Bernardo do Campo.
Orlando Morando disse que exonerou os funcionários, o que não é verdade. Eles ainda continuam recebendo mesmo afastados, conforme prova o notícias do município.

Os suspeitos na ação da Operação Barbatanas, o diretor de licenciamento, Sergio de Sousa Lima, e o chefe de seção Tiago Alvez Martinez, pelos crimes de organização criminosa, corrupção passiva e concussão, voltaram para seus cargos de desenhista e técnico de meio ambiente e continuam recebendo normalmente da prefeitura. 

Direito de resposta:

A Prefeitura de São Bernardo solicita direito de resposta na matéria http://portaltvsaobernardo.com.br/index.php/noticias-de-sao-bernardo/181-funcionarios-investigados-por-corrupcao-continuarao-recebendo-da-prefeitura, que se refere a investigação dos desdobramentos da Lava Jato, nomenclatura que não procede. Os funcionários estão sendo investigados pela operação denominada Barbatanas.
Além disso, ao tomar conhecimento do fato, o prefeito Orlando Morando determinou a exoneração imediata do secretário de Gestão Ambiental, Mario Henrique de Abreu, do diretor de Licenciamento Ambiental Sergio de Sousa Lima, e chefe de seção, Tiago Alves Martinez, por não concordar com a situação e colaborando com a justiça, cargos exercidos em comissão.
Por serem funcionários concursados, Tiago e Sérgio, após exoneração, assumiram seus cargos de origem, entretanto, por determinação judicial, foram afastados destes cargos, sem prejuízo do salário, até que seja terminada a investigação, ou seja, não fazem mais parte do quadro de funcionários da Administração, neste momento.

 

 

 

 

 Uma grande operação no dia 31 (terça-feira) de combate à corrupção pegou todo mundo de surpresa na Prefeitura de São Bernardo do Campo. Secretários e o prefeito Orlando Morando (PSDB) ficaram abalados com chegada de dez viaturas de polícia e uma força-tarefa, com 30 integrantes (10 promotores e 20 policiais), do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), da 12ª Promotoria de Justiça de São Bernardo do Campo e do GOE (Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil).