Coleta e manuseio corretos são essenciais para evitar a proliferação do molusco

A Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ) de Diadema orienta os munícipes sobre os cuidados para evitar a proliferação de caramujos africanos (Achatina fulica), espécie amplamente distribuída nos municípios brasileiros e considerada invasora.

O caramujo africano pode causar desequilíbrio ecológico e, quando infectado por parasitas, representa risco à saúde pública.

A espécie é diferente do caramujo nativo, que não apresenta risco à saúde. O caramujo africano tem traseira pontuda, concha mais escura e borda afiada. Já o caramujo nativo tem a concha mais clara, traseira e borda arredondadas.

Confira abaixo as principais orientações da UVZ:

– Não coma o caramujo africano;

– Lave verduras, frutas e legumes antes de consumi-los;

– Lave sempre as mãos após cuidar de hortas, manusear a terra ou objetos que possam ter tido contato com esses animais;

– Para eliminá-los, proteja as mãos com luvas ou sacos plásticos, colete os caramujos e os ovos e coloque-os em um balde ou saco resistente;

– Quebre as conchas e os ovos com um martelo ou similar. Enterre-os, tendo o cuidado de antes cobri-los com uma camada de cal virgem;

– Descarte adequadamente as conchas, evitando acúmulo;

– Destrua a concha vazia do caramujo, pois pode servir de criadouro para mosquitos;

– Repita a operação sempre que surgirem novos caramujos;

– Mantenha limpos os quintais, retirando todo entulho e mato que possam servir de abrigo;

– Recolha frutas das árvores e do chão;

– Recolha alimentos dos animais domésticos à noite e manter o lixo em local fechado;

– Não utilize sal para matar os caramujos, pois prejudica o solo e outros animais.

Em caso de dúvidas, os telefones da UVZ são: 4059-5892 e 4055-5812. E-mail: ccz@diadema.sp.gov.br

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