FILHA PEDE JUSTIÇA APÓS PAI MORRER ENQUANTO TRABALHAVA COM GUINCHO NA IMIGRANTES

Um mês após a morte do operador de guincho atropelado enquanto trabalhava na Rodovia dos Imigrantes, em Diadema, a família afirma que ainda busca respostas sobre o caso. Robson de Matos Pereira, de 39 anos, prestava socorro a um veículo parado no km 18 da rodovia quando foi atingido por outro automóvel. O motorista fugiu sem prestar socorro.
Desde então, familiares relatam dificuldades para acompanhar as investigações e afirmam que não receberam atualizações sobre o andamento do caso. A filha da vítima, Kauanne Matos, publicou um vídeo nas redes sociais pedindo justiça pela morte do pai e desabafando sobre a falta de respostas.
“Não sabemos nem por onde procurar, porque nos deram um itoken e dá como inválido. Já faz um mês e não entraram em contato para dar nenhuma atualização. Nem se conseguiram as câmeras”, afirmou.
Em nota, a Ecovias informou: “Não tivemos o registro do ocorrido em nossas câmeras. Orientamos que procure o policiamento para maiores informações sobre o caso.”
Após entrar em contato com a Secretaria de Segurança Pública, eles afirmaram em nota: “Um homem, de 55 anos, morreu na tarde desta segunda-feira (5), na Rodovia dos Imigrantes, km 18, em Diadema.
A vítima, que trabalhava como operador de guincho, prestava socorro a um veículo parado quando foi atingido por outro automóvel. O condutor do veículo que o atropelou fugiu do local sem prestar socorro. A vítima foi socorrida pelo SAMU e encaminhado ao Hospital Municipal de Diadema, onde veio a óbito.
O caso foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo automotor e fuga do local do acidente no 2º Distrito Policial de Diadema.”
A filha junto dos familiares segue desolada com a situação e com a falta de respostas das entidades que deveriam atende-la neste momento, em vídeo publicado por Kauanne no dia 05/05, ela declara “Nós só queremos justiça pela vida dele. Enquanto essa pessoa que fez isso, se é que pode ser chamado de ser humano, destruiu a vida de uma filha, de uma irmã, de um pai. Está aí vivendo normalmente, como se nada tivesse acontecido”.

