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Secretário é alvo de investigação da Lava Jato na Grande SP

O secretário de Gestão Ambiental de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, é alvo de uma investigação do Ministério Público do Estado. A ação é um desdobramento da operação Lava Jato.


Governo Orlando Morando na mira da Lava JatoOperação Barbatanas, do Gaeco e Promotoria de São Bernardo, mira em organização criminosa

Foram cumpridos mandados em secretaria municipal

Com atuação integrada entre o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e a 12ª Promotoria de Justiça de São Bernardo do Campo foi deflagrada na manhã desta terça-feira (31/10) a Operação Barbatanas, decorrente de denúncia oferecida pelos crimes de organização criminosa, corrupção passiva e concussão. Entre os investigados estão o secretário de Gestão Ambiental de São Bernardo, Mario Henrique de Abreu, o diretor de Licenciamento do município, Sergio de Sousa Lima, e o chefe de seção Tiago Alves Martinez.

A operação contou com o apoio de dez promotores de Justiça, vinte policiais do Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil e dez viaturas policiais. Foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão, alguns deles na Secretaria de Gestão Ambiental e na residência do secretário titular da pasta.

Os denunciados foram devidamente citados, notificados e intimados, em especial quanto aos respectivos afastamentos dos cargos, além de outras medidas cautelares como a proibição de contato com testemunhas e vítimas e a necessidade de entrega de passaportes. Foi pedida a prisão preventiva de todos os envolvidos, e o Gaeco agora recorre após o pedido ter sido indeferido.

Ao todo, foram apreendidos dezenove computadores, oito telefones celulares e diversos pendrives, além de inúmeros documentos que servirão de acréscimo às provas para a denúncia já oferecida. Novas provas  ue serão usadas na continuidade das investigações ainda em curso também foram localizadas. O processo tramita sob segredo de justiça.

A 12ª Promotoria de Justiça apura ainda os atos de improbidade cometidos pelos agentes públicos em questão. Por meio da futura proposição de ação cautelar junto à Vara da Fazenda Pública da comarca, será pedida a indisponibilidade dos bens dos investigados.

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