CETESB VOLTA AO BAIRRO COOPERATIVA E DEFESA CIVIL DETALHA ATUAÇÃO APÓS CASO DE CHEIRO FORTE EM SÃO BERNARDO
A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) voltou ao bairro Cooperativa, em São Bernardo do Campo, neste domingo (5), após o registro de vazamento de produto químico na região no sábado (4). A nova vistoria ocorre após moradores relatarem que o cheiro forte continuou neste domingo.
Nos condomínios Frei Tito e Nelson Mandela, na Rua Venceslau Pereira de Sousa, moradores voltaram a relatar mal-estar, com sintomas como dor de cabeça, náusea, irritação e sensação de sufocamento.
Moradores da região enviaram imagens que mostram a presença de equipes da Cetesb no local durante a nova vistoria realizada neste domingo.
No sábado, moradores acionaram a Defesa Civil devido ao cheiro intenso de produto químico na região.
O caso segue em acompanhamento pelas autoridades.
NOTA DA DEFESA CIVIL NA ÍNTEGRA
“A Prefeitura de São Bernardo informa que a Defesa Civil foi acionada no fim da tarde deste sábado (4/04) para atender ocorrência de suposto vazamento de produtos químicos de uma empresa situada na região do Cooperativa. A Cetesb, que também foi chamada para averiguar a situação, é o órgão responsável por autuação e ação técnica em relação ao caso. A Cetesb deve, inclusive, retornar ao local neste domingo (5/04).
Os moradores do entorno acionaram a Defesa Civil em decorrência de odor de produtos químicos. No que cabe à Defesa Civil, a equipe compareceu ao local para avaliação da ocorrência e apoio, caso necessário, para evacuação da área. Em episódios como esse a ação da Defesa Civil está restrita à Cetesb, que tem a atribuição de fazer a pesquisa e identificação do material, avaliar infração e notificação da empresa para os reparos ambientais.” Nota da Cetesb:
“Técnicos da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) estiveram no local, na noite deste sábado (4), para apurar denúncias de forte odor químico. Durante a vistoria, foi identificado o vazamento de acrilato (produto com odor de solvente) em uma empresa da região. O vazamento já havia sido contido no momento da inspeção.
Além da emissão de odor, a fiscalização constatou que a empresa operava em horário não permitido, descumprindo as condicionantes de sua Licença de Operação.
A Companhia aguarda a conclusão do relatório técnico para adotar as medidas administrativas cabíveis, conforme a legislação ambiental vigente.’

