Morreu neste domingo (17) o piloto de helicóptero da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Felipe Marques Monteiro. O comandante estava internado desde março de 2025, quando foi atingido por um disparo no pescoço durante uma operação na Vila Aliança, em Bangu, na Zona Oeste da capital fluminense.

Nos últimos dias, o quadro de saúde do policial havia se agravado significativamente devido a uma infecção generalizada, decorrente de complicações de uma cirurgia de prótese craniana realizada no dia 20 de abril.

Na última sexta-feira (15), a esposa do piloto, Keidna Marques, já havia compartilhado nas redes sociais que a família enfrentava “um momento muito difícil”. Segundo ela, Felipe apresentou alterações clínicas importantes na quinta-feira (14) e precisou receber medicações mais fortes.

“A infecção no corpo se agravou e ele está sendo tratado com mais antibióticos. Os profissionais seguem fazendo o melhor por ele, enquanto ele continua lutando. O caso é considerado grave”, explicou Keidna na ocasião.

Histórico de luta e complicações médicas

A saúde do policial vinha se deteriorando desde abril por conta das complicações pós-operatórias. No início de maio, Felipe passou por procedimentos de emergência para a retirada de hematomas e sangramentos na cabeça, além da inserção de um dreno. De acordo com o histórico publicado pela esposa, o piloto já havia enfrentado complicações semelhantes em janeiro deste ano.

Felipe chegou a receber alta do Hospital São Lucas em dezembro do ano passado, após nove meses de internação, para seguir com o tratamento em um centro de reabilitação, mas precisou retornar à unidade hospitalar.

O longo perído de internação foi envolvido por: 

Cuidados Intensivos: O paciente permaneceu mais de sete meses na UTI.

Intervenções: Passou por diversas neurocirurgias de alta complexidade.

Gravidade: Teve grave comprometimento da calota craniana e permaneceu em coma por um longo período.

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