Com criação de Pilili, agência aposta em memória afetiva e linguagem acessível para transformar a comunicação da Justiça Eleitoral

Para marcar os 30 anos da urna eletrônica no Brasil, a Octopus, agência de publicidade e propaganda, desenvolveu uma personagem inédita que passa a integrar as estratégias de comunicação da Justiça Eleitoral. Batizada de Pilili, a criação representa um novo ativo de marca institucional, pensado para ampliar a conexão com o público e traduzir, de forma acessível, valores como segurança, transparência e confiabilidade do sistema eleitoral.

A apresentação oficial aconteceu nesta segunda-feira (4), na sede do Tribunal Superior Eleitoral, em um evento que marcou o início da presença pública da personagem. 

A personagem foi concebida a partir de um processo criativo conduzido pela equipe da agência, que envolveu estudos de linguagem visual, comportamento e identificação simbólica com a população brasileira. “O nome “Pilili” nasce do som característico emitido pela urna eletrônica no momento da confirmação do voto, um elemento sonoro já incorporado ao imaginário coletivo e ressignificado como identidade afetiva”, explica Larissa Ferrari, co-CEO da Octopus.

Com traços simples, expressivos e versáteis, Pilili foi desenhada para transitar em diferentes formatos e plataformas, permitindo sua aplicação em campanhas institucionais, ações educativas e iniciativas de engajamento acompanhando a lógica contemporânea de comunicação multiplataforma. A proposta da Octopus foi criar uma personagem capaz de humanizar a comunicação da Justiça Eleitoral, aproximando temas técnicos do cotidiano dos eleitores.

Reconhecida internacionalmente, a urna eletrônica brasileira segue em constante evolução, com aprimoramentos tecnológicos e testes públicos de segurança. Nesse contexto, Pilili surge como ponte entre inovação e sociedade, acompanhando essa trajetória e contribuindo para fortalecer a confiança no processo eleitoral.

A partir de agora, Pilili passa a protagonizar campanhas e ações de comunicação da Justiça Eleitoral, se consolidando como um ícone institucional. “Como ícone de proteção e confiabilidade, ela reflete a trajetória de uma invenção 100% nacional que, há 30 anos,  mudou para sempre a história das eleições”, destaca Larissa.

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