Caso munícipe encontre macacos mortos ou doentes, orientação é evitar contato com animal e avisar a GCM

Após alerta emitido pela Secretaria de Estado da Saúde sobre surto de febre amarela em animais em outros municípios do Estado de São Paulo, a Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ) de Diadema reforça que os macacos não são transmissores da doença e são essenciais para o monitoramento da circulação do vírus, pois indicam a circulação da febre amarela antes que atinja os humanos.

Caso o munícipe encontre um macaco morto ou doente, a Zoonoses orienta que não toque no animal e que a GCM (Guarda Civil Municipal) seja acionada (telefones 153 / 0800-7705-559 / 4043-6330 / 4044-0259) para as devidas providências.

Diadema não registrou casos da doença em humanos nos últimos anos.

Os animais são vítimas da doença, assim como os humanos. A UVZ alerta ainda que agredir ou matar macacos é crime, não impede a transmissão da febre amarela e compromete o trabalho da vigilância ao dificultar a identificação das áreas de risco e a adoção de medidas preventivas.

Vacinação – A melhor forma de prevenir a febre amarela é manter a vacinação em dia e colaborar com a Vigilância Epidemiológica, avisando quando há ocorrências com macacos.

A vacina está disponível nas Unidades Básicas de Saúde. O esquema vacinal é:

* Uma dose aos nove meses de vida;

* Reforço aos quatro anos;

* Pessoas de 5 a 59 anos não vacinadas devem receber dose única;

* Pessoas que receberam dose fracionada em 2018 devem receber uma dose plena.

Os endereços estão em: https://portal.diadema.sp.gov.br/vacinas/.

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