TARCÍSIO ALFINETA LULA AO CELEBRAR PRISÃO DE MADURO: “VENEZUELA VENCENDO A ESQUERDA”

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), manifestou-se publicamente neste sábado (3) sobre a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, por forças militares dos Estados Unidos. Em tom de forte crítica ao Palácio do Planalto, Tarcísio celebrou a queda do líder venezuelano e aproveitou para disparar contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Em vídeo publicado em suas redes sociais, o governador classificou a imagem de Maduro detido como “simbólica” e descreveu o político venezuelano como um “ditador cruel e corrupto”. Para Tarcísio, a ação militar liderada pelo governo de Donald Trump abre uma “janela de esperança” para o povo vizinho.
Críticas a Lula
O ponto central do discurso de Tarcísio foi a responsabilização de aliados internacionais pela manutenção de Maduro no poder. Sem citar o nome de Lula diretamente em todos os trechos, o governador utilizou um vídeo do petista cumprimentando Maduro para afirmar que a ditadura só perdurou devido à “omissão e até apoio explícito de quem insistiu em chamar um ditador de companheiro”.
A declaração faz referência direta ao histórico de proximidade entre o PT e o regime chavista, embora o governo brasileiro tenha adotado uma postura de distanciamento após as suspeitas de fraude nas eleições venezuelanas de 2024.
Tom Eleitoral para 2026
Ao final de sua manifestação, Tarcísio de Freitas nacionalizou o debate e deu um tom de campanha para o próximo pleito presidencial no Brasil.
“Que 2026 comece agora e marque o início de um novo tempo para o povo venezuelano. A Venezuela agora está vencendo a esquerda. E no final do ano, o Brasil também vence”, declarou o governador.
Intervenção Americana
A reação de Tarcísio ocorre no mesmo dia em que o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou que Maduro e sua esposa foram capturados e levados a Nova York em um navio de guerra. Enquanto Tarcísio comemora, o presidente Lula condenou o ataque contra a Venezuela, afirmando que a ação militar ultrapassa os limites da diplomacia entre nações.
